Poesia – Lord Byron
Publicado por Renato T em 19/06/2009
Não sei por que me deu vontade de ler Byron, então…
Lord Byron – She Walks In Beauty like the night
She walks in beauty, like the night
Of cloudless climes and starry skies;
And all that’s best of dark and bright
Meet in her aspect and her eyes:
Thus mellowed to that tender light
Which heaven to gaudy day denies.
One shade the more, one ray the less,
Had half impaired the nameless grace
Which waves in every raven tress,
Or softly lightens o’er her face;
Where thoughts serenely sweet express
How pure, how dear their dwelling place.
And on that cheek, and o’er that brow,
So soft, so calm, yet eloquent,
The smiles that win, the tints that glow,
But tell of days in goodness spent,
A mind at peace with all below,
A heart whose love is innocent!




nandemonai disse
Haha, espero que compreenda que prefiro as poesias de Byron traduzidas.
Me encanta essa:
O CADÁVER
” Como pode tão branca derme
não atrair da terra os vermes,
E nem do céu a neve como berne
Deste frio cadáver embalsamado em germe?
Do vinho ao sangue que me lavo,
Da carne a alma em que me salvo,
Sou tão cadáver quanto tu, princesa deste salmo,
Sou tão abstrato quanto o fundo de seu covil…um palmo.
Como pode uma mão tão fria
Ocultar como um vel
Os olhos de um anjo ao cair do céu?
Espero-te no inferno perguntar-me em prosa
O por que parei de me alimentar de tua carne,
Responderei em versos que tua alma é mais saborosa.”
Lord Byron.
Suzi Ribeiro disse
Muito linda…agora sabemos porque esta poesia te encanta…é D+!!
Carlos Costa disse
Adoro Byron! Juntamente com François Villon, Byron é o meu poeta favorito. O Romantismo no seu auge é o Byronismo.