JIM MORRISON- POESIA
Publicado por Daniel Baseggio em 30/06/2009

JIM
- Um poeta, uma vida dionisíaca, o homem triste e enfurecido que deixou uma breve marca na terra onde pisou. Sim, Morrison é um rei, o “lagarto rei”.
Sereias
Metabolismo criminal da meia-noite na floresta do crime
Cascavéis assobios castanholasTiren-me deste átrio de espelhos
Deste vidro infectadoÉs ela,
Pareces ela,
Como poderias ser quando nunca ninguém pôdePoeta do ataque às putas
Ela deixou um recado na porta do quarto
‘Se estiver fora, faz-me vir’.Passei por tua casa para te ver
ontem a noite já era tarde
Mas tinhas saído,
como uma luz
A tua cabeça estava no chão,
e as ratazanas jogavam bilhar com os teus olhosA morte é um bom disfarce
para o fim da noiteOcultando todos os jogos no seu calmo jardim
Mas o que acontece
quando os convidados voltam
e tudo se descobre
e te pedem que saias
por falta de um sorrisoAinda te aceitarei então
Mas eu sou teu amigo.
- É uma bárbara poesia de um célebre homem, escolhe quando vais chegar, mas nunca quando tendes de partir. Dizia ele: “o importante não é a viagem, mas, sim a chegada”
e assim…um bom dia a todos
Bibliografia: MORRISON, Jim. Abismos- escritos inéditos




Alexandre disse
Olá Renato..!!!
Muito bom seu blog!!!
O visitarei sempre!
Abraço!!!
mickael disse
gostei do teu blog
se puder , daá uma passadinha no meu
miihells.wordpress.com
valeu
gi disse
jim morrison sem duvida um homen de um talento indescritivel, apenas o melhor!!!!