Pensamentos em Palavras

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Ao companheiro mal-agouro

Posted by Rafa de Souza em 13/06/2011

E se ouvisses as coisas da tua morte em própria vida?

E se um decaído do Céu te abraçasse afim de consolar teus tormentos presentes e futuros?

E se tua alegria abandonasse os teus passos só para ver-te em mágoa?

E se teus dias te fossem doridos mais que a brasa fervente nos olhos?

E se dissessem que o amor de seus quereres te fosse embora sem dizer adeus?

 

O peso dos pesos é o passado que teima em ficar;

É a roda infindável dos dias;

Um Prometeu sob a ira dos deuses.

 

– A morte como consolo, acaso quererias?

 

RAFAEL DE SOUZA

2 Respostas to “Ao companheiro mal-agouro”

  1. … otimo

  2. nada como ter a morte como a “única certeza”….
    é abraçar a vida e seus tantos desdéns!!!

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